MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/d0c250e551676c8cb0152cabe7e0f66a.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/f29b86e8adddea5760fecb66e1df7d69.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/5273624e767e74bfd139b816cd5210a3.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/616a9c5c098333ce090fb93b8d3a6904.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/a67a05fe5a6a8f58c615e789a495dc62.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/6b808a6357b1aa7ae909e2e032fdfd3d.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/b5c74e107a6644f123f33e8e7641ebf9.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/e2fe967a016a67153d7698be2e722f74.png
Fux vai presidir Segunda Turma do STF a partir de agosto
Com Gilmar, Mendonça, Marques e Toffoli, grupo julgará caso Master
Agência Brasil - Por André Richter
Publicado em 30/06/2026 17:07
Tecnologia
© Gustavo Moreno/STF

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai presidir a Segunda Turma a partir de agosto, após o período de recesso da Corte.

Fux entrará na vaga deixada pelo atual presidente, ministro Gilmar Mendes, que encerrará o mandato anual à frente do do colegiado. 

A turma é responsável pelo julgamento dos processos que envolvem o banqueiro Daniel Vorcaro e as investigações da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que apura as fraudes no Banco Master.

Além de Fux e Gilmar, a turma é composta pelos ministros Nunes Marques, Dias Toffoli e André Mendonça, relator do caso Master.

Independência

Durante a sessão desta terça-feira (30), a última antes do recesso, Fux recebeu os cumprimentos dos colegas e defendeu a independência dos ministros para proferirem seus votos. 

"Hei de velar para que as divergências não representem discórdia, mas um mero dissenso, com respeito à independência de seus integrantes", comentou. 

No ano passado, Fux deixou a Primeira Turma, responsável pelo julgamento dos processos da trama golpista ocorrida durante o governo de Jair Bolsonaro. O ministro votou pela absolvição do ex-presidente. Apesar do entendimento, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.

 

Fonte: Agência Brasil
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Agência Brasil.
Comentários